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3 de mai. de 2017

Oração Eucarística 6 – linguagem musical


Nesta sexta e ultima menção ao processo comunicativo sobre a proclamação da Oração Eucarística, faço referência à linguagem musical. Uma menção bem simples, com apenas alguns acenos, a título de reflexão e com a finalidade de inentivar novas pesquisas nesta área. É interessante considerar que a única canção prevista, no contexto da Oração Eucarística, é o canto do “Sanctus”, o "Trisagion". Prevista, mas com um “ad libitum”, como explicitado no Missal, na conclusão do Prefácio, quando o padre convida a assembléia a cantar: “cantando a uma só voz”. O “ad libitum” é proposto de modo indireto, entre parênteses: (dizendo). Uma espécie de recado para lembrar que a Oração Eucarística se caracteriza como uma peça orante para ser proclamada com a linguagem recitativa.
Apesar desse pormenor, todas as partes da Oração Eucarística podem, em princípio, ser cantadas. Atualmente, as partes da Oração Eucarística são cantadas em tom gregoriano, como é o caso do diálogo prefacial e, da mesma forma, quando se canta o próprio Prefácio.
Depois da reforma litúrgica de 1963,  com a introdução do "Mysterium fidei" (Mistério da fé), também esta aclamação passou a ser cantada, não em tom gregoriano, mas em diferentes melodias dos tons modernos. Juntamente com esta aclamação, as aclamações assembleares usadas na Oração Eucarística do Missal Romano traduzido para o português, também são cantadas nas Missas mais festivas. 
Outra parte, normalmente, cantada da Oração Eucarística é a grande doxologia: "por Cristo, com Cristo e em  Cristo", juntamente com o grande e solene amém. Esta grande doxologia, na verdade, deveria ser rito cantado, principalmente nas Missas dominicais, concluindo assim de modo solene a Oração Eucarística com uma bela melodia para o amém conclusivo.
No Brasil, existem algumas composições musicais que cantam outras partes da Oração Eucarística, como por exemplo, a bela composição de Pe. Zezinho, scj para a Oração Eucarística V. No caso desta composição musical, Pe. Zezinho musicou o louvor inicial e a epiclesis (invocação do Espírito Santo); musicou igualmente a segunda epiclesis, aquela da unidade, e a invocação pela Igreja, além das aclamações assembleares e a doxologia final. Existem também autores que fizeram composições musicais próprias para o rito consacratório do Pão e do Vinho ou de toda a “narratio”: “Jesus tomou o pão...”
O campo para composições musicais na Oração Eucarística, mesmo com o recado de que esta seja proclamada de modo recitativo, está em aberto. Considero e avalio que o modelo da Oração Eucarística V, musicada por Pe.  Zezinho,scj, é oportuno por contar com partes cantadas e recitadas. Além de considerar a possibilidade de musicar a Oração Eucarística, é importante considerar o cantor, no caso, o padre. Este deve ser afinando e saber cantar para não provocar nenhum tipo de ruído na Oração Eucarística.
Serginho Valle 
2017. 


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