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Mostrando postagens de novembro, 2017

O trabalho da Equipe Litúrgica na comunidade

Disponibilidade de quem trabalha na Equipe Litúrgica Precisamos ser sinceros, desde o início: quem trabalha no ministério da Pastoral Litúrgica, de modo particular, quem se ocupa com Equipe Litúrgica, não pode ter muitos outros trabalhos pastorais na comunidade. Aliás, penso que não deveria ter nenhuma outra atividade pastoral para se dedicar exclusivamente à Pastoral Litúrgica.          A Equipe Litúrgica envolve demais as pessoas. Vamos elencar alguns dados, numa lista que poderá ser bem mais extensa que esta que apresento, elencando as atividades dos membros da Equipe Litúrgica. Os principais trabalhos da Equipe Litúrgica são:   Reuniões de planejamento        Quem atua na Equipe Litúrgica está quase sempre envolvido em reuniões de planejamentos. Ora são as reuniões de planejamento da formação litúrgica da comunidade, ora serão as reuniões de planejamento das celebrações do mês; tem também as celebrações especiais, além disso, ...

Motivos para organizar a Pastoral Litúrgica Paroquial

Num texto anterior, trabalhamos as dificuldades que podem surgir dentro da própria comunidade quanto a organização da Pastoral Litúrgica Paroquial (PLP). Mas, como nenhuma comunidade pode estacionar no tempo, dando ouvidos a quem se contenta com a mesmice de sempre, é interessante considerar os motivos para se ter uma PLP organizada.   Estruturação e organização da Pastoral Litúrgica na Igreja            A organização da Pastoral Litúrgica nas comunidades, a PLP, em sentido amplo, é parte de uma organização maior. O que temos nas comunidades é uma organização de base, e na base, por assim dizer.             O primeiro estágio dessa organização encontra-se em Roma, na Santa Sé, com a Sagrada Congregação para o Culto Divino. Depois, em nível de América Latina, o CELAM tem um departamento que se ocupa de Liturgia. No Brasil, existe a Dimensão Litúrgica da CNBB. Aproximando-nos um pouco mais d...

Catequese litúrgica: Liturgia e fim dos tempos

A Liturgia reserva as últimas celebrações do Ano Litúrgico para celebrar e refletir sobre o final dos tempos. Mesmo que a Palavra fala de momentos catastróficos, a linguagem é apocalíptica, e isso tem causado incompreensões e até mesmo temor. Uma aproximação equivocada, do senso comum, por relacionar a linguagem apocalíptica a acontecimentos trágicos, extremamente catastróficos e, por isso, destruidores. Apocalipse é uma palavra de origem grega que significa “revelação”. Disso se conclui que a linguagem apocalíptica é uma linguagem reveladora, não no sentido de anunciar o futuro, mas de chamar atenção à vigilância de cada um para não perder a fé, a esperança e a alegria no momento que as seguranças da terra começarem a desaparecer. A Liturgia, portanto, em suas celebrações não anuncia o terror da destruição, mas celebra a força da esperança, apoiada na virtude da vigilância. Em nenhum momento, a Liturgia profetiza catástrofes, nas celebrações de fim de ano. Ao contrário, continua se...