Existem momentos e dias que um padre olha para seu trabalho e é tentado a se perguntar: que sentido tem tanto trabalho debaixo do sol? (Ecl 2,22). É um questionamento justo porque, diferentemente do trabalho de uma empresa, cujos resultados são visíveis, por exemplo, a maior parte dos resultados espirituais nem sempre é visível. São resultados que acontecem nos corações e nas mentes das pessoas. E isso pode desanimar tanto o padre como os agentes de pastorais e nós que atuamos na Pastoral Litúrgica (PL). A primeira regra para quem atua na PL é não esperar elogio. Dependendo da comunidade, as críticas sempre superam os elogios; isso cansa e desanima. Não esperar elogio porque sempre haverá aquele ou aquela que colocará um defeito. São os críticos de plantão, que tampouco colocam a mão na massa. Vivem na zona de conforto das críticas. O que fazer, então? Fazer o simples, o ordinário; adotar o movimento da semente, que...
A formação e a espiritualidade litúrgicas são os pilares da Pastoral Litúrgica Paroquial (PLP)